Procedimentos estéticos cirúrgicos têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil, mas também exigem atenção redobrada em relação à segurança. Embora sejam realizados com frequência, intervenções estéticas envolvem riscos que precisam ser considerados antes de qualquer decisão. Complicações podem ocorrer mesmo em cirurgias consideradas rotineiras, incluindo reações do organismo, infecções e problemas circulatórios.
Por isso, escolher o profissional e o local adequados é fundamental para minimizar os riscos, que existem em qualquer intervenção cirúrgica. Para ajudar nesse processo, reunimos os principais pontos que devem ser checados para garantir mais tranquilidade e segurança.
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O que checar antes da cirurgia plástica
Verifique as credenciais do médico: a primeira etapa é conferir se o médico possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) e, principalmente, o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em cirurgia plástica. A consulta pode ser feita no site do Conselho Federal de Medicina. Ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é outro indicador importante de qualificação.
Avalie a estrutura do hospital: procedimentos cirúrgicos devem ser realizados em hospitais ou clínicas com estrutura adequada para emergências. Verifique se o local possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponível e equipe preparada para lidar com eventuais complicações, embora isso não elimine completamente os riscos inerentes a qualquer cirurgia. Questione a segurança de locais que não oferecem esse suporte essencial.
Não abra mão dos exames pré-operatórios: qualquer cirurgia exige uma avaliação completa da sua saúde. Exames de sangue, avaliação cardiológica e outros testes específicos são obrigatórios para identificar condições que possam aumentar os riscos do procedimento. A liberação médica é uma etapa que não pode ser pulada, mas é importante lembrar que, mesmo com todos os exames em dia, os riscos inerentes a um procedimento cirúrgico ainda existem.
Conheça a equipe, incluindo o anestesista: o cirurgião não trabalha sozinho. É seu direito saber quem é o anestesista responsável pelo procedimento. Ele também deve ser um médico com registro e especialização, garantindo a segurança durante toda a operação e no pós-operatório imediato.
Alinhe as expectativas e conheça os riscos: uma consulta de qualidade envolve uma conversa honesta sobre os resultados possíveis e, principalmente, sobre todos os riscos envolvidos. Além de complicações gerais como infecções, trombose e reações à anestesia, cirurgias que manipulam gordura, como a lipoaspiração, apresentam riscos específicos como a embolia gordurosa. Médicos que prometem perfeição ou minimizam os perigos devem ser vistos com cautela.
Entenda como será o pós-operatório: o cuidado não termina com a cirurgia. Pergunte detalhadamente como será o acompanhamento após o procedimento, quais são as orientações para a recuperação e como entrar em contato com a equipe em caso de qualquer problema ou dúvida. Um bom suporte faz toda a diferença.
Busque uma segunda opinião se necessário: sentir-se inseguro ou com dúvidas é normal. Não hesite em procurar um segundo cirurgião plástico qualificado para ter outra avaliação sobre a indicação do procedimento e os planos cirúrgicos. Uma decisão bem-informada é sempre a mais segura.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
