Uma modalidade de assalto que explora a rotina e a distração das pessoas tem sido registrada com frequência em diversas capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba: a chamada 'gangue da bicicleta'. Criminosos utilizam a agilidade deste meio de transporte para realizar roubos rápidos, gerando um clima de insegurança e exigindo atenção redobrada da população.

Essa abordagem se destaca por apostar na surpresa e na velocidade, dificultando a reação da vítima e a identificação dos autores. O alvo principal costuma ser o aparelho celular, aproveitando momentos de desatenção em vias públicas.

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A agilidade das 'gangues da bicicleta'

Nessa tática, os criminosos, sozinhos ou em grupo, utilizam bicicletas para se aproximar rapidamente de pedestres distraídos, principalmente aqueles que usam o celular na rua. A velocidade permite que o assaltante arranque o aparelho das mãos da vítima e fuja pedalando por calçadas ou contra o fluxo do trânsito, onde carros teriam dificuldade de persegui-lo.

A escolha da bicicleta não é casual. Além de ser um veículo silencioso, que não chama atenção, ela oferece uma rota de fuga versátil por becos e ruas estreitas, tornando a ação extremamente rápida e eficaz.

Como se proteger desse tipo de abordagem

  • Mantenha a atenção total ao seu redor ao caminhar pela rua, especialmente ao manusear o celular. Guarde o aparelho se notar a aproximação de ciclistas ou qualquer movimentação suspeita.

  • Evite exibir objetos de valor, como joias, relógios e celulares de última geração, em locais públicos e de grande movimento.

  • Se desconfiar que está sendo seguido, mude de direção, atravesse a rua e procure um local seguro e movimentado, como um estabelecimento comercial.

  • Caso seja vítima de um crime, não reaja e procure a delegacia mais próxima para registrar um boletim de ocorrência. A notificação ajuda as autoridades a mapear as áreas de risco.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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