Sair do vermelho é uma conquista e tanto, especialmente com oportunidades atuais como o Novo Desenrola Brasil, lançado em maio de 2026. O programa, que fica disponível para renegociação até 30 de junho de 2026, permite o uso de até 20% do saldo do FGTS ou R$ 1 mil (o que for maior) para quitar dívidas. O alívio de zerar os débitos é o primeiro passo, mas o verdadeiro desafio começa agora: manter as contas em dia e construir um futuro financeiro mais seguro. A mudança de hábitos é fundamental para não cair novamente nas mesmas armadilhas.

Manter a organização financeira exige disciplina e um plano claro. Com algumas estratégias simples, é possível transformar a maneira como você lida com o dinheiro, garantindo que o esforço para quitar as dívidas não seja em vão. O segredo está em criar um sistema que funcione para a sua realidade e segui-lo com consistência.

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Como não voltar para o vermelho?

Adotar novas práticas financeiras é o caminho para evitar futuras dores de cabeça. Veja cinco dicas essenciais para se manter longe das dívidas:

1. Mapeie todos os seus gastos
O primeiro passo é saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. Anote tudo, do cafezinho às contas fixas, por pelo menos um mês. Use um aplicativo de controle financeiro, uma planilha ou até mesmo um caderno. Essa clareza é crucial para identificar despesas desnecessárias e entender seu verdadeiro custo de vida.

2. Crie um orçamento realista
Com os gastos mapeados, elabore um orçamento que caiba na sua rotina. Uma regra útil é a 50/30/20: destine 50% da sua renda para gastos essenciais (moradia, alimentação, transporte), 30% para desejos (lazer, compras) e 20% para poupança e quitação de dívidas. Para quem acabou de sair do endividamento, é crucial usar esses 20% para eliminar completamente qualquer débito restante antes de começar a poupar.

3. Comece uma reserva de emergência
Imprevistos acontecem e, sem uma reserva, eles podem levar diretamente ao endividamento. Comece a guardar dinheiro, mesmo que seja pouco. Comece com valores pequenos, como R$ 50 ou R$ 100 por mês, e aumente gradualmente conforme sua situação financeira melhorar. O objetivo inicial é juntar o equivalente a pelo menos três meses de suas despesas essenciais, deixando esse valor em um investimento de fácil resgate, como um CDB com liquidez diária ou uma conta remunerada.

4. Use o crédito com sabedoria
O cartão de crédito não é uma extensão do seu salário. Use-o como uma ferramenta para facilitar pagamentos, mas pague sempre a fatura integral para fugir dos juros do rotativo. Da mesma forma, evite usar o cheque especial, uma das modalidades de crédito mais caras do mercado. Limitar o número de cartões e estabelecer um teto de gastos mensal ajuda a manter o controle e a não comprometer seu orçamento.

5. Estabeleça metas financeiras claras
Ter objetivos concretos ajuda a manter a motivação para economizar. Seja comprar um bem, fazer uma viagem ou investir na sua educação, saber por que você está guardando dinheiro torna o processo mais fácil. Divida metas grandes em pequenos passos mensais, transformando um sonho distante em um plano alcançável.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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