Investir no Tesouro Direto é mais simples do que parece e não exige grandes quantias. Com apenas R$ 2, já é possível comprar uma fração de título público e ver o dinheiro render com segurança. Considerada a aplicação mais segura do país, essa modalidade é uma porta de entrada para quem deseja sair da poupança e buscar melhores rendimentos.
O processo é totalmente digital e pode ser feito em poucos minutos. Basicamente, ao investir no Tesouro Direto, você empresta dinheiro para o governo federal financiar suas atividades, como saúde e educação. Em troca, recebe o valor de volta com juros após um determinado período. A garantia do pagamento é do próprio Tesouro Nacional.
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Como começar a investir na prática
O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora de valores ou banco habilitado. Essas instituições funcionam como intermediárias entre você e o Tesouro Nacional. A abertura da conta costuma ser gratuita e online, exigindo apenas documentos básicos como RG, CPF e comprovante de residência.
Com a conta ativa, o próximo passo é transferir o dinheiro que você pretende investir do seu banco para a corretora. A transferência pode ser feita por meio de TED ou Pix. O valor fica disponível no seu perfil da instituição financeira para ser usado nas aplicações.
Depois, basta acessar a plataforma de investimentos da corretora e procurar pela opção "Tesouro Direto". Lá, você encontrará uma lista de títulos disponíveis para compra. É importante entender as principais diferenças entre eles para fazer uma escolha alinhada aos seus objetivos.
Existem três tipos principais de títulos:
Tesouro Selic: seu rendimento acompanha a taxa básica de juros (Selic). É ideal para quem busca liquidez, ou seja, a possibilidade de resgatar o dinheiro a qualquer momento sem perdas. Funciona bem para uma reserva de emergência.
Tesouro Prefixado: a rentabilidade é definida no momento da compra. Você sabe exatamente quanto receberá se mantiver o dinheiro aplicado até o vencimento. É indicado para objetivos de médio e longo prazo.
Tesouro IPCA+: este título protege seu dinheiro da inflação. Ele rende a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa de juros fixa. É a melhor opção para planos de longo prazo, como a aposentadoria.
Após escolher o título, basta definir o valor do investimento, confirmar a operação e a aplicação estará concluída. É possível comprar frações de um título, o que torna o investimento inicial acessível, começando com apenas R$ 2 na plataforma, embora o valor varie conforme o preço unitário do título escolhido no dia.
Fique atento aos custos. Existe uma taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano sobre o valor dos títulos, mas há isenção para investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic. A maioria das corretoras não cobra taxas adicionais para essa aplicação.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
