O avanço de casos de mpox no Brasil em 2026, com registros em cinco novos estados, acende um alerta de saúde e aumenta a busca por informações seguras. A doença, causada por um vírus da mesma família da varíola, exige atenção para seus sinais e formas de prevenção, embora tenha uma taxa de letalidade considerada baixa.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto e prolongado com as lesões de pele, crostas ou fluidos corporais de uma pessoa infectada. O contágio também pode acontecer por meio de gotículas respiratórias em conversas muito próximas ou pelo toque em objetos e superfícies contaminadas, como roupas de cama, toalhas e utensílios.
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É fundamental entender o ciclo da doença para identificar os primeiros sinais e buscar ajuda médica o quanto antes. O período de incubação, tempo entre a infecção e o início dos sintomas, varia de 3 a 21 dias.
Principais sintomas da mpox
Os sintomas iniciais podem ser facilmente confundidos com os de outras doenças virais, o que reforça a necessidade de atenção. Os sinais mais comuns incluem:
Febre alta e súbita;
Dor de cabeça intensa;
Dores nas costas e nos músculos;
Inchaço dos gânglios linfáticos (linfonodos), especialmente no pescoço, axilas e virilha;
Cansaço extremo e falta de energia.
Após um a três dias do início da febre, surgem as lesões na pele. Elas geralmente começam no rosto e se espalham para outras partes do corpo, como palmas das mãos e solas dos pés. As erupções passam por diferentes estágios, de manchas planas a pequenas bolhas com pus, até formarem crostas que depois caem.
Como se prevenir
A prevenção é a ferramenta mais eficaz para controlar a disseminação do vírus. Medidas simples no dia a dia fazem grande diferença e ajudam a proteger você e sua comunidade. As principais recomendações são:
Evitar o contato íntimo e direto com pessoas que apresentem lesões na pele ou outros sintomas da doença;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, lençóis, talheres e roupas;
Higienizar as mãos com frequência, usando água e sabão ou álcool em gel;
Usar máscara em ambientes fechados ou com aglomeração, caso haja um surto ativo na sua região;
Buscar uma unidade de saúde imediatamente ao apresentar os sintomas e seguir as orientações de isolamento.
A vacinação está disponível, sendo direcionada a grupos específicos com maior risco de exposição ao vírus, como pessoas vivendo com HIV/aids com baixa imunidade e profissionais de laboratório que lidam diretamente com o vírus. Informar-se sobre a disponibilidade em sua cidade é um passo importante para a proteção individual e coletiva.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
