Pensando em tirar seu dinheiro da poupança, mas não sabe por onde começar? O Tesouro Direto pode ser a porta de entrada para o mundo dos investimentos. Trata-se de uma forma simples e segura de aplicar seu dinheiro, emprestando-o diretamente para o governo federal. Em troca, você recebe o valor de volta com juros, o que garante uma rentabilidade superior à da caderneta na maioria dos cenários.
Diferente de ações, o Tesouro Direto faz parte da renda fixa. Isso significa que você tem mais previsibilidade sobre quanto seu dinheiro vai render. Por ser garantido pelo Tesouro Nacional, é considerado o investimento de menor risco do país. Ideal para quem busca segurança e quer ver seu patrimônio crescer de forma consistente.
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Como começar a investir em 4 passos
O processo para fazer seu primeiro investimento é mais rápido do que parece e pode ser feito totalmente online. Confira um guia prático para dar os primeiros passos:
Tenha um CPF e uma conta bancária: estes são os pré-requisitos básicos. A conta pode ser corrente ou poupança, desde que seja em seu nome.
Abra uma conta em uma corretora de valores: ela funciona como uma ponte entre você e o Tesouro Nacional. Grandes bancos também oferecem esse serviço. Pesquise por instituições com taxa zero de custódia para maximizar seus ganhos.
Transfira o dinheiro: após abrir a conta na corretora, basta fazer um PIX ou TED do seu banco para a nova conta de investimentos. O valor ficará disponível para você aplicar.
Escolha seu título do Tesouro: na plataforma da corretora, acesse a área de renda fixa e procure por "Tesouro Direto". Você encontrará diferentes opções, como Tesouro Selic (ligado à taxa básica de juros), Tesouro Prefixado (com taxa fixa) e Tesouro IPCA+ (protegido da inflação).
Quanto custa para começar?
Um dos maiores atrativos do Tesouro Direto é a acessibilidade. O valor mínimo de investimento corresponde a 1% do preço de um título, o que na prática permite aportes iniciais a partir de R$ 30. Isso quebra a ideia de que investir é apenas para quem tem muito dinheiro.
Fique atento a duas possíveis taxas. A primeira é a taxa de custódia, cobrada pela B3 (a bolsa de valores brasileira), de 0,20% ao ano sobre o valor investido. A segunda é a taxa da corretora, que muitas instituições já zeraram para atrair clientes. Portanto, com uma boa pesquisa, seu único custo obrigatório tende a ser o da B3.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
