A presença de um acompanhante durante exames e consultas médicas é mais do que uma opção de conforto: é um direito fundamental para a segurança do paciente. Casos recentes de denúncias de abuso reforçam a importância de conhecer e exigir essa garantia legal.

Essa medida funciona como um mecanismo de proteção, inibindo condutas inadequadas e garantindo que o procedimento ocorra de forma transparente e respeitosa. Para muitas pessoas, especialmente em exames ginecológicos, urológicos ou que exigem sedação, ter alguém de confiança ao lado reduz a vulnerabilidade e a ansiedade.

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Por que a presença de um acompanhante é crucial?

O principal benefício é a inibição de abusos. A simples presença de uma testemunha desencoraja ações criminosas e inadequadas, protegendo a integridade física e emocional do paciente. Além disso, o acompanhante oferece apoio emocional, ajudando a pessoa a se sentir mais calma e segura durante um momento que pode gerar estresse.

Outro ponto importante é a comunicação. O acompanhante pode auxiliar o paciente a compreender as orientações médicas, tirar dúvidas e garantir que todas as informações sejam transmitidas de forma clara. Isso melhora a qualidade do atendimento e evita mal-entendidos que poderiam comprometer o diagnóstico ou o tratamento.

É fundamental que os pacientes saibam que podem exigir a presença de um acompanhante de sua escolha, seja um familiar, amigo ou parceiro. A unidade de saúde não pode impor restrições ou indicar um funcionário próprio para essa função contra a vontade do paciente.

Caso o hospital ou a clínica negue esse direito, o paciente pode e deve questionar a decisão, mencionando a legislação vigente. Se a recusa persistir, é recomendável procurar a ouvidoria da instituição para registrar uma queixa formal. Em situações extremas, acionar os órgãos de defesa do consumidor ou os conselhos de medicina é o caminho indicado.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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