O recente movimento das ações do Banco do Brasil (BBAS3), impulsionado por resultados financeiros, despertou o interesse de muitos brasileiros. Para quem acompanha de longe e ainda mantém o dinheiro na poupança, a dúvida é sempre a mesma: como dar o primeiro passo na bolsa de valores? O caminho é mais simples do que parece e exige apenas organização e informação para começar a fazer o dinheiro render de verdade.

Deixar a poupança para trás não significa que você precisa se tornar um especialista em finanças do dia para a noite. O processo inicial é prático e pode ser resumido em algumas etapas claras, que colocam qualquer pessoa apta a comprar seus primeiros ativos em pouco tempo.

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O primeiro passo: escolher uma corretora

A corretora de valores funciona como uma ponte entre você e a bolsa de valores. É por meio da plataforma dela que suas ordens de compra e venda de ações são executadas. Hoje, existem dezenas de opções no mercado, muitas com taxa zero de corretagem para ações, o que barateou muito o acesso para o pequeno investidor.

Antes de abrir sua conta, que geralmente é um processo rápido e online, pesquise alguns pontos essenciais. Verifique a qualidade da plataforma de investimentos (o home broker), se ela é intuitiva e não trava em momentos cruciais. Além disso, avalie os custos para outros tipos de investimentos e a qualidade do atendimento ao cliente.

Da teoria à prática: a primeira compra

Com a conta aberta, o processo é direto. Você transfere o dinheiro de seu banco para a conta da corretora, geralmente via PIX ou TED, e o saldo aparecerá disponível para investir. O passo seguinte acontece dentro do home broker, o ambiente digital onde as negociações ocorrem em tempo real.

Lá, você deve procurar o código da ação desejada, como BBAS3 para o Banco do Brasil, por exemplo. Em seguida, basta definir a quantidade de ações que deseja comprar e o preço que está disposto a pagar. Após enviar a ordem, se houver um vendedor interessado no mesmo valor, a operação é concluída e os ativos passam a fazer parte da sua carteira.

Diversificar é a chave do sucesso

Comprar ações de uma única empresa, mesmo uma gigante como o Banco do Brasil, aumenta o risco do seu investimento. O ideal é que o iniciante já comece pensando em diversificação. Uma estratégia é montar uma carteira com ações de diferentes setores da economia, como varejo, energia, finanças e tecnologia.

Outra opção são os ETFs (Exchange Traded Funds). Eles são fundos negociados em bolsa que replicam o desempenho de um índice, como o Ibovespa. Ao comprar uma única cota de um ETF, você investe de forma diversificada em dezenas de empresas de uma só vez, diluindo os riscos de maneira simples e eficiente. O importante é começar com um valor que não comprometa seu orçamento, pois o aprendizado no mercado de ações é um processo contínuo.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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