A pancreatite aguda é uma inflamação súbita e grave do pâncreas, uma glândula essencial localizada atrás do estômago. A condição exige atendimento médico imediato, pois pode levar a complicações sérias e até mesmo fatais. O tema ganhou destaque recentemente devido a discussões sobre possíveis efeitos colaterais de novos medicamentos para diabetes e perda de peso.

O pâncreas desempenha um papel duplo no corpo: produz hormônios, como a insulina, e enzimas essenciais para a digestão. Na pancreatite aguda, essas enzimas digestivas são ativadas de forma prematura, ainda dentro do órgão. Em vez de processarem os alimentos no intestino, elas começam a agredir o próprio tecido pancreático, causando uma intensa reação inflamatória e dor.

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As causas mais comuns para a condição são a presença de cálculos biliares, que podem obstruir os dutos pancreáticos, e o consumo excessivo de álcool. Níveis muito elevados de triglicerídeos no sangue também representam um fator de risco significativo. Outras causas incluem procedimentos médicos, infecções e o uso de determinados fármacos. Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, como a tirzepatida (Mounjaro), utilizados no tratamento do diabetes tipo 2 e para perda de peso, por exemplo, listam a pancreatite aguda como um risco raro, mas grave, em suas bulas, reforçando a importância do acompanhamento médico.

Quais são os principais sintomas?

Reconhecer os sinais da pancreatite aguda é fundamental para buscar ajuda rapidamente. O sintoma mais característico é uma dor abdominal forte e persistente, que pode surgir de repente na parte superior do abdômen e se espalhar para as costas. A dor costuma piorar após as refeições. Fique atento também a outros sinais:

  • Abdômen inchado e sensível ao toque.

  • Náuseas e vômitos intensos.

  • Febre e calafrios.

  • Aumento da frequência cardíaca.

  • Pele amarelada (icterícia), em alguns casos.

O diagnóstico geralmente é confirmado por meio de exames de sangue, que medem os níveis das enzimas pancreáticas, e exames de imagem, como ultrassonografia ou tomografia computadorizada. O tratamento requer internação hospitalar para controlar a inflamação e a dor. Geralmente, envolve jejum para dar descanso ao pâncreas, hidratação intravenosa e medicamentos para aliviar os sintomas. Em casos mais graves, o tratamento pode ser mais complexo.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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