O recente assassinato de uma corretora de imóveis em Caldas Novas, que durou apenas oito minutos, reforçou a urgência por medidas de proteção para mulheres. Em meio a esse cenário, a tecnologia surge como uma aliada importante, oferecendo desde aplicativos de celular a dispositivos de segurança que podem fazer a diferença em situações de risco.
Essas ferramentas são projetadas para agir de forma preventiva ou para facilitar um pedido de socorro rápido, complementando os canais oficiais de denúncia, como a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180). Com funcionalidades variadas, elas se adaptam a diferentes rotinas e necessidades, aumentando a sensação de segurança no dia a dia, seja em casa, no trabalho ou em deslocamentos pela cidade.
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Aplicativos de segurança no celular
Uma das ferramentas mais acessíveis está na palma da mão: os aplicativos para smartphones. Com um toque, é possível acionar uma rede de contatos de confiança, compartilhar a localização em tempo real e até mesmo iniciar uma gravação de áudio e vídeo do ambiente de forma discreta.
Muitos desses apps contam com um "botão de pânico" digital. Ao ser pressionado, ele envia um alerta silencioso para amigos, familiares ou serviços de emergência previamente cadastrados. A geolocalização exata é enviada junto com a mensagem, agilizando a chegada de ajuda.
Câmeras e sistemas de vigilância
Sistemas de vigilância se tornaram mais sofisticados e acessíveis. Câmeras em condomínios, por exemplo, são cruciais para investigações, como no caso de Caldas Novas. Além disso, dispositivos como campainhas inteligentes permitem que a moradora veja e fale com quem está à porta sem precisar abrir, gravando toda a interação.
Esses equipamentos funcionam como um forte inibidor de ações criminosas e criam um registro visual que pode ser fundamental para a identificação de suspeitos e a comprovação de um crime. A integração com o celular permite o monitoramento remoto, de qualquer lugar.
Dispositivos de pânico portáteis
Para quem busca uma solução ainda mais ágil, existem os dispositivos de pânico portáteis. Geralmente em formato de chaveiro, pulseira ou um pequeno botão, eles podem ser acionados de forma muito mais rápida do que um celular.
Ao serem ativados, costumam emitir um alarme sonoro estridente para chamar a atenção de pessoas ao redor e assustar o agressor. Muitos modelos também enviam simultaneamente um pedido de socorro com a localização GPS para os contatos de emergência.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
