O diplomata é o profissional que atua como representante oficial do Brasil em outros países e em organizações internacionais. A carreira, uma das mais concorridas do serviço público, vai muito além de eventos sociais e recepções, envolvendo a defesa de interesses políticos, econômicos e culturais brasileiros no cenário mundial.

Esses servidores públicos são a linha de frente da política externa do país. Eles trabalham em embaixadas, que cuidam das relações entre governos, e em consulados, que prestam assistência direta aos cidadãos brasileiros que vivem ou viajam pelo exterior.

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Quais são as principais funções?

O trabalho diplomático se divide em quatro eixos principais. O primeiro é representar o Brasil, atuando como a voz oficial do governo brasileiro em reuniões, cerimônias e negociações. Eles defendem as posições do país em foros como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Outra função essencial é a de negociar. Diplomatas trabalham para construir acordos comerciais que beneficiem empresas brasileiras, fechar parcerias de cooperação em áreas como ciência e tecnologia, além de promover tratados sobre meio ambiente e direitos humanos.

A terceira atribuição é informar. Eles analisam o cenário político e econômico do país onde atuam e enviam relatórios para o governo em Brasília. Essas informações são estratégicas para a tomada de decisões na política externa brasileira.

Por fim, uma das tarefas mais importantes é proteger os brasileiros no exterior. Isso inclui prestar assistência consular em casos de emergência, como acidentes, prisões ou perda de passaporte, garantindo que seus direitos sejam respeitados conforme as leis locais e internacionais.

Como se tornar um diplomata?

Para ingressar na carreira diplomática, é preciso ter um diploma de nível superior em qualquer área do conhecimento e ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), organizado pelo Instituto Rio Branco. A seleção é conhecida por seu alto nível de exigência, com provas de português, inglês, francês, espanhol, história, geografia, política, direito e economia.

Após a aprovação, o candidato passa por um curso de formação no Instituto Rio Branco, em Brasília. A carreira tem uma hierarquia clara, começando como terceiro-secretário e avançando por promoções para os cargos de segundo-secretário, primeiro-secretário, conselheiro, ministro de segunda classe e, no topo, ministro de primeira classe, também conhecido como embaixador.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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