A compra do material escolar para o ano letivo de 2026 já mobiliza muitas famílias em todo o país. Diante de um cenário em que os preços dos materiais costumam ter altas acima da inflação, um bom planejamento se torna a principal ferramenta para aliviar o orçamento e garantir que as crianças tenham tudo o que precisam sem comprometer as finanças de casa.
Adotar algumas estratégias simples pode gerar uma economia expressiva no valor final da lista. A organização e a pesquisa são os pontos de partida para fugir das armadilhas de consumo e dos itens com preços inflacionados. Para ajudar nessa tarefa, separamos um guia prático com dicas essenciais.
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Pesquise antes de comprar: esta é a regra de ouro da economia. Compare os preços dos mesmos produtos em diferentes papelarias, supermercados e lojas online. Ferramentas de comparação de preços na internet podem ser grandes aliadas, revelando diferenças de valores significativas, que podem variar muito entre estabelecimentos.
Reutilize materiais do ano anterior: antes de sair às compras, verifique o que pode ser aproveitado. Mochilas, estojos, tesouras e réguas em bom estado podem ser usados novamente. Essa prática, além de econômica, é uma tendência crescente entre as famílias brasileiras. Cadernos com muitas folhas em branco também podem ser transformados em blocos de rascunho.
Crie uma lista e seja fiel a ela: vá às compras com a lista de material em mãos e se atenha ao que é realmente necessário. Evite levar as crianças, pois elas podem ser atraídas por produtos de personagens ou com apelo visual, que costumam ser mais caros e nem sempre têm melhor qualidade.
Considere compras coletivas: junte-se a outros pais para comprar itens em maior quantidade. Grupos de WhatsApp da turma ou do bairro são ótimos para organizar essas compras. Lojas de atacado costumam oferecer preços mais baixos para pacotes de cadernos, caixas de lápis e resmas de papel, e a economia gerada na compra em grupo pode ser surpreendente.
Aproveite promoções fora de época: o período de maior procura, especialmente em janeiro e início de fevereiro, é também o de preços mais altos. Se possível, antecipe algumas compras ao longo do ano ou deixe para adquirir itens não urgentes após o início das aulas, quando muitas lojas fazem liquidações.
Evite os itens de personagens: materiais com estampas de personagens licenciados são o sonho de muitas crianças, mas também pesam mais no bolso. Uma alternativa é comprar produtos de boa qualidade com design neutro e personalizá-los com adesivos do personagem favorito da criança.
Analise a lista da escola: fique atento às exigências da instituição. Segundo orientações de órgãos de defesa do consumidor, escolas não podem exigir marcas específicas de produtos. Quanto aos itens de uso coletivo (como papel higiênico ou material de limpeza), a prática é geralmente proibida, mas é importante verificar a legislação do seu estado ou município, pois as regras podem variar.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
