Uma onda de desinformação sobre uma suposta taxação do Pix, já desmentida pela Receita Federal, mostra como notícias falsas sobre economia e política se espalham com velocidade. Esses boatos, muitas vezes impulsionados por figuras públicas, geram pânico e confusão, afetando decisões financeiras e a percepção sobre o governo.

O ambiente digital facilita a criação e o compartilhamento de conteúdo enganoso. Para não se tornar vítima ou transmissor de mentiras, é fundamental adotar uma postura crítica e seguir alguns passos simples de verificação. A seguir, listamos cinco dicas práticas para identificar e evitar fake news.

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  1. Verifique a fonte da informação
    Antes de acreditar ou compartilhar, veja quem está publicando a notícia. É um veículo de imprensa conhecido e com credibilidade? Um órgão oficial do governo? Desconfie de blogs anônimos, sites com nomes parecidos aos de grandes portais ou mensagens diretas sem autoria clara. Muitas vezes, a URL do site já entrega se ele é ou não confiável.

  2. Desconfie do apelo emocional excessivo
    Notícias falsas frequentemente usam uma linguagem alarmista e sensacionalista para provocar raiva, medo ou indignação. Títulos como “Absurdo!” ou “Você não vai acreditar no que o governo fez!” são criados para gerar uma reação imediata, fazendo com que a pessoa compartilhe por impulso, sem checar a veracidade do conteúdo.

  3. Busque o contexto completo
    Uma informação pode ser tecnicamente verdadeira, mas apresentada fora de contexto para manipular a sua interpretação. Um dado econômico isolado, por exemplo, pode parecer negativo sem a análise do cenário completo. Sempre procure a mesma notícia em outras fontes para ter uma visão mais ampla e entender todos os lados da história.

  4. Utilize ferramentas de checagem
    Existem diversas agências de checagem no Brasil dedicadas a verificar discursos de políticos e notícias que circulam online, como Aos Fatos, Lupa e Estadão Verifica. Quando uma informação parecer duvidosa, uma busca rápida com o tema seguido da palavra “boato” ou “é falso?” pode levar a uma verificação já realizada por esses profissionais. É um passo simples que resolve a maioria das dúvidas.

  5. Pense antes de compartilhar
    A regra de ouro é: na dúvida, não compartilhe. Repassar uma informação falsa, mesmo sem intenção, contribui para a disseminação de boatos. A responsabilidade de frear a disseminação de boatos também é de quem consome o conteúdo. Questionar e checar leva apenas alguns minutos e evita a propagação de mentiras com potencial de causar danos reais.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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