O ouro voltou a brilhar como uma opção de investimento segura para quem busca proteger o patrimônio em tempos de instabilidade econômica. Visto como uma reserva de valor que atravessa crises, o metal precioso se tornou mais acessível ao investidor comum. Hoje, é possível aplicar em ouro de diferentes formas, desde a compra física até operações na bolsa de valores.

A fama do ouro como um "porto seguro" não é por acaso. Historicamente, seu valor tende a se manter ou até subir quando outros ativos, como ações, estão em queda. Isso ocorre porque sua quantidade é finita e ele não está atrelado diretamente às políticas econômicas de um único país, funcionando como uma proteção contra a inflação e a desvalorização de moedas.

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Como investir em ouro na prática

Existem basicamente quatro caminhos para quem deseja adicionar o metal precioso à carteira de investimentos. Cada um possui características próprias, com diferentes níveis de complexidade, custo e segurança.

Ouro físico

A forma mais tradicional é a compra de barras ou lingotes de ouro. A negociação deve ser feita preferencialmente por meio de instituições financeiras certificadas para garantir a autenticidade e pureza do metal. A principal desvantagem está nos custos de armazenamento e segurança, já que guardar o ouro em casa é arriscado e um cofre em banco gera taxas.

Fundos de investimento

Uma alternativa mais simples e moderna são os fundos de ouro, como os ETFs (Exchange Traded Funds). Esses fundos são negociados na bolsa de valores, a B3, como se fossem uma ação. Eles replicam a variação do preço do ouro, permitindo que o investidor se exponha ao metal sem a necessidade de comprá-lo fisicamente. A liquidez é alta, ou seja, é fácil comprar e vender as cotas. Os principais ETFs de ouro negociados na B3 são o GOLD11 e o GLDX11.

Contratos na bolsa de valores

Investidores com mais experiência podem optar por contratos futuros de ouro, com o código GLD, também negociados na B3. Esses contratos permitem apostar na alta ou na baixa do preço do metal em uma data futura. É uma modalidade mais arriscada e complexa, que envolve maior volatilidade e exige um conhecimento aprofundado do mercado.

Ações de empresas mineradoras

Outra maneira de investir é indiretamente, por meio da compra de ações de companhias que atuam na mineração de ouro. Nesse caso, o desempenho do investimento não depende apenas da cotação do metal, mas também da gestão e dos resultados financeiros da empresa. Portanto, os riscos são diferentes e estão ligados tanto ao mercado de ações quanto ao de commodities.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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