O uso de tecnologias como raios-X e inteligência artificial para descobrir segredos em obras de arte famosas está mudando a forma como interagimos com a cultura. Essa revolução, no entanto, vai muito além dos laboratórios de restauração. Museus ao redor do mundo estão usando ferramentas digitais para transformar completamente a experiência dos visitantes, tornando-a mais imersiva e interativa.
Esqueça as visitas silenciosas e contemplativas. Em alguns dos principais destinos culturais do planeta, a tecnologia deixou de ser apenas um suporte e se tornou uma atração principal. Esses espaços combinam arte, ciência e entretenimento para criar experiências únicas, que atraem tanto os amantes da arte tradicional quanto um público totalmente novo e conectado.
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Arte digital imersiva no Japão
Em Tóquio, o museu teamLab Borderless é um dos principais exemplos dessa nova tendência. O espaço não exibe obras de arte em molduras, mas cria ecossistemas digitais que reagem à presença e ao movimento das pessoas. As projeções de luz e som fluem entre as salas, sem fronteiras, permitindo que o público se torne parte integrante da obra, em uma experiência que está sempre mudando.
Realidade virtual encontra a história
Mesmo instituições tradicionais, como o Museu do Louvre, em Paris, exploram a inovação para se conectar com novas gerações. Um exemplo notável foi a experiência de realidade virtual “Mona Lisa: Beyond the Glass”, que permitiu aos visitantes, por meio de óculos especiais, mergulhar na história da obra e observar detalhes impossíveis a olho nu. A iniciativa demonstrou como a tecnologia pode oferecer novas perspectivas sobre tesouros da arte universal.
O futuro da arte nos Emirados Árabes
Em Dubai, o Museu do Futuro oferece uma proposta radicalmente diferente. Seu acervo não é composto por artefatos do passado, mas por possibilidades para as próximas décadas. As exposições utilizam inteligência artificial, robótica e ambientes imersivos para explorar temas como o futuro das viagens espaciais, das cidades e da sustentabilidade, funcionando mais como um laboratório de ideias do que um museu convencional.
A tecnologia a serviço do acervo
Outros espaços, como o Cleveland Museum of Art, nos Estados Unidos, usam a tecnologia para dar acesso total ao seu acervo. Paredes interativas gigantes permitem que os visitantes explorem digitalmente todas as peças da coleção, mesmo aquelas que não estão em exibição física. É possível criar tours personalizados e ver detalhes em altíssima resolução, aproximando o público da arte de uma maneira antes inimaginável.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
