Associar o câncer de pulmão apenas ao cigarro é um erro comum e perigoso. Embora o tabagismo seja a causa principal da doença, estima-se que entre 10% e 20% dos casos ocorram em pessoas que nunca fumaram. Por isso, é fundamental conhecer outros fatores de risco para a prevenção e o diagnóstico precoce.
A verdade é que qualquer pessoa pode desenvolver a doença. Fatores ambientais, genéticos e ocupacionais desempenham um papel significativo no aumento das chances de desenvolver tumores pulmonares. Entender como eles atuam ajuda a criar um mapa mais completo sobre os cuidados necessários com a saúde respiratória.
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Abaixo, listamos sete fatores de risco para o câncer de pulmão que não estão diretamente ligados ao ato de fumar.
Fumo passivo: conviver com fumantes e inalar a fumaça de seus cigarros, charutos ou cachimbos aumenta o risco de desenvolver a doença. O não fumante exposto à fumaça absorve as mesmas substâncias cancerígenas que o fumante.
Gás radônio: este gás radioativo é incolor, inodoro e se forma naturalmente no solo e nas rochas. Ele pode se infiltrar em casas e edifícios através de rachaduras nas fundações. A exposição prolongada ao radônio é um fator de risco significativo, sendo considerada a segunda maior causa da doença em alguns países, como os Estados Unidos.
Poluição do ar: viver em áreas com altos níveis de poluição atmosférica, causada por veículos, indústrias e queima de combustíveis fósseis, é um fator de risco conhecido, especialmente relevante em grandes centros urbanos. Partículas finas presentes no ar podem se alojar nos pulmões e causar inflamação crônica.
Exposição no trabalho: profissionais que lidam com substâncias como amianto (asbesto), arsênio, sílica, cromo e escape de motores a diesel têm um risco elevado. É comum em setores como construção civil, mineração e indústria metalúrgica.
Histórico familiar: ter parentes de primeiro grau, como pais ou irmãos, que tiveram câncer de pulmão aumenta a probabilidade de desenvolver a doença. A predisposição genética pode tornar os pulmões mais vulneráveis a agentes cancerígenos.
Doenças pulmonares prévias: condições crônicas que causam inflamação ou cicatrizes nos pulmões, como a tuberculose e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), podem aumentar o risco de transformações celulares malignas. O acompanhamento médico regular é fundamental para pacientes com essas condições.
Sistema imunológico enfraquecido: pessoas com o sistema de defesa do corpo comprometido, como portadores do vírus HIV ou pacientes que passaram por transplantes de órgãos, têm maior dificuldade em combater o desenvolvimento de células cancerígenas.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
