A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) unifica o registro de todos os cidadãos por meio do CPF e vai muito além de apenas simplificar a documentação. Lançada para substituir o antigo RG, ela promete dificultar fraudes, proteger dados pessoais e oferecer mais segurança no dia a dia.

Desde seu lançamento, mais de 45 milhões de brasileiros emitiram a CIN, consolidando o documento como padrão de identificação no país em 2026. Os RGs emitidos no formato antigo, no entanto, continuam válidos até 28 de fevereiro de 2032, data a partir da qual a nova carteira se tornará o documento de identidade obrigatório.

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As inovações tecnológicas são a principal barreira contra falsificações e uso indevido de informações. Cada elemento foi pensado para garantir que a identificação seja autêntica e que os dados do cidadão estejam protegidos, tanto na versão física quanto na digital. Conheça as principais tecnologias que tornam a nova CIN mais segura.

Recursos que protegem seus dados

1. QR Code de alta segurança

Um dos recursos mais visíveis é o QR Code impresso no verso, que armazena informações como nome, data de nascimento e dados de emissão de forma criptografada. Com um smartphone, qualquer autoridade ou cidadão pode verificar a autenticidade do documento em tempo real. O código também permite checar se a CIN foi furtada ou perdida.

2. Padrão internacional de passaportes (MRZ)

A CIN inclui uma Zona de Leitura Mecânica (MRZ), um código com informações padronizadas usado em passaportes no mundo todo. Essas duas linhas de caracteres permitem que o documento seja lido por equipamentos eletrônicos em aeroportos e postos de fronteira, agilizando a identificação, facilitando viagens nos países do Mercosul e reduzindo a possibilidade de erros humanos ou adulterações.

3. Integração com a plataforma Gov.br

O documento está integrado à conta Gov.br do cidadão, permitindo o acesso à versão digital da CIN pelo aplicativo oficial. Essa versão tem a mesma validade legal da física e conta com camadas extras de segurança, como senhas e biometria do celular. A integração também facilita o uso da identidade em serviços públicos on-line de forma segura.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Prata

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