O diagnóstico de câncer de pulmão entre não fumantes está crescendo cada vez mais. Estudos divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que entre 20% e 25% dos diagnósticos de câncer de pulmão ocorrem em pessoas que nunca fumaram.

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Fatores de risco além do cigarro

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a exposição ao gás radônio, um elemento radioativo natural encontrado no solo e em materiais de construção, é a segunda maior causa para o desenvolvimento do câncer de pulmão, ficando atrás apenas do cigarro.

O fumo passivo é outro fator determinante. A exposição contínua à fumaça de cigarros de terceiros significa inalar as mesmas substâncias tóxicas que um fumante, aumentando significativamente o risco de desenvolver a doença.

A genética também influencia. Pessoas com histórico familiar de câncer de pulmão podem ter uma suscetibilidade maior, mesmo sem exposição a outros fatores. Mutações genéticas herdadas podem facilitar o desenvolvimento de tumores.

Sintomas que exigem atenção

Como muitos casos em não fumantes não são rastreados com a mesma frequência, é fundamental estar atento a sinais que podem parecer inofensivos. Os sintomas mais comuns incluem:

  • Tosse persistente ou que piora com o tempo.

  • Falta de ar durante atividades cotidianas.

  • Dor no peito, ombros ou costas.

  • Rouquidão que não melhora.

  • Perda de apetite.

Identificar esses sinais precocemente é a chave para um tratamento mais eficaz. A conscientização de que o câncer de pulmão pode afetar qualquer pessoa, independentemente do histórico com o tabaco, é importante para um diagnóstico rápido.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria

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