Duas fontes do PT disseram a esta coluna, nesta semana e em ocasiões diferentes, algo que é tabu no entorno de Lula.

Ambas preferiram falar antes do resultado do próximo domingo, 25, para evitar que o desfecho contamine as análises.

Um marqueteiro e um ex-governador afirmaram que Lula não deveria ter sido o candidato do partido em 2026.

O entendimento de ambos é o de que o PT fez “uma avaliação política muito errada” ao apostar no que chamam de “culto a Lula”.

Quando questionados sobre quem poderia ter sido o candidato, então, não citaram Fernando Haddad, mas, sim, o próprio vice-presidente, Geraldo Alckmin; a ex-senadora e ex-ministra Simone Tebet; e o ex-governador e ex-ministro Camilo Santana.

“Agora, Lula corre o risco de encerrar a carreira política com uma derrota para o filho de Jair Bolsonaro. Eu espero que isso não ocorra”, disse uma das fontes, em tom de lamento, torcendo e acreditando na virada.

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Para esse grupo mais crítico à candidatura de Lula, que não se restringe a essas duas pessoas ouvidas sob reserva, Lula “perdeu tempo” em não permitir que o campo da esquerda iniciasse a discussão sobre a sucessão ainda com ele no poder.

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