Com o segundo turno chegando ao fim, algumas lideranças políticas em Brasília já começam a olhar para o Congresso a partir do ano que vem.
Independentemente do resultado no próximo domingo, 25, o Parlamento e, por consequência, as pautas do país tenderão mais à direita.
Lula apostou alto, dizem aliados, para tentar formar uma bancada forte no Senado, mas acabou perdendo “soldados” que poderiam fazer a diferença na Câmara, onde o jogo costuma começar a ser jogado.
Avaliar em retrospecto é sempre mais confortável, mas, no entorno do presidente, há quem sustente que ele deveria ter incentivado nomes como Benedita da Silva, Simone Tebet, Paulo Pimenta, Gleisi Hoffmann e Marina Silva a disputar uma vaga de deputado ou deputada.
Esses cinco exemplos são de ex-ministro e ex-ministras que acabaram derrotados na disputa pelo Senado e que, em caso de derrota de Lula, ficarão sem mandato.
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A direita, como se previa, dominou a eleição para o Senado. Só o PL elegeu 19 senadores.
