Há, no PT, quem acredite que “só o que vai fazer as pessoas saírem de casa para votar no Lula é o medo”, ouviu a coluna.
Uma das estratégias apresentadas a Lula para os 10 dias finais do segundo turno é intensificar uma campanha que mostre o que poderia representar uma eventual volta do clã Bolsonaro, com “impacto de A a Z”.
Para as classes mais baixas, a intenção é explorar o “medo” de não haver aumento real do salário mínimo, de cortes em benefícios sociais e aposentadorias, da revogação de conquistas trabalhistas já incluindo o fim da escala 6×1 e do desmonte do SUS e das universidades públicas.
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Para o eleitorado de classe média e parte da elite, o objetivo é insistir na narrativa de que uma possível vitória de Flávio Bolsonaro “colocaria em risco a democracia e a soberania”. A campanha pretende citar, ainda, que “a miséria aumenta na Argentina e a Venezuela está entregando suas riquezas aos Estados Unidos”.
