Augusto Cury saiu da neutralidade e decidiu apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Disse que não será “submisso” e alegou oficialmente que o candidato do PL se comprometeu a levar em conta várias de suas propostas.
Mas houve um fato que, segundo Cury relata nos bastidores, pesou mais na decisão.
Lula mandou uma série de interlocutores negociar com o candidato do Avante, que terminou em terceiro lugar na disputa presidencial.
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Flávio pegou o telefone e ele próprio ligou para o escritor e psiquiatra. Direto, sem intermediários.
