Desde os resultados do primeiro turno, há aliados de Lula que não querem comentar o assunto.
“Melhor não falar, por enquanto”, disse uma liderança de partido da base governista.
Outros topam dizer alguma coisa, mas de maneira lacônica.
“Agora é trabalhar, avaliar nossos erros e lutar. Só depende de nós”, afirmou, por exemplo, Carlos Lupi, presidente do PDT, partido que fracassou na cláusula de barreira.
O silêncio e as poucas palavras são sintomáticos.
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Um dos parlamentares que estiveram com Lula na reunião desta segunda-feira, 5, em um hotel na região central de Brasília, disse à coluna que este é “o momento mais difícil da vida” do presidente.
