O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, buscou afastar qualquer suspeita de ataque ao sistema de totalização de votos no primeiro turno das eleições. As desconfiança se formaram por volta das 19 horas deste domingo, 5, quando o sistema passou certa de 40 minutos travado, sem avançar no percentual de urnas apuradas. Segundo Kassio, o que houve foi um congestionamento de dados, logo resolvido pela equipe de tecnologia.
“O que ocorreu foi um congestionamento de dados. Mas temos um protocolo muito seguro de revisitar todos os sistemas. O que não se sabe é se isso é derivado de outros problemas. Mas o que nossa TI identificou foi um fluxo acima do normal”, apontou o ministro, em entrevista após a divulgação do último boletim eleitoral.
Kassio ainda buscou afastar qualquer suspeita de interferência estrangeira nas votações e ainda apontou que os transtornos causados pelas chuvas no sul do país não interferiram no processo de votação. “Não tivemos nenhuma intercorrência grave, os riscos climáticos [foram] afastados, e não tivemos nenhum alerta dos diversos setores do TSE acerca de interferência estrangeira. Não constatamos nenhum tipo de intervenção”, disse.
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Pela manhã, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou que a corporação abriu uma investigação para apurar suposta interferência estrangeira no pleito. A investigação atende a um pedido feito pela AGU (Advocacia-Geral da União), sob o argumento de que entidades americanas estariam patrocinando entidades vinculadas a políticos de direita.
