Boa parte dos maiores empresários do país, de diversos setores, não aguenta mais as cobranças de políticos nesta reta final da campanha.
A coluna soube de pelo menos dois deles que se recolheram e desligaram os telefones ou estão ignorando as insistentes mensagens e ligações da classe política.
Aproveitaram estes dias que antecedem o primeiro turno para “tirar férias” com a família, dentro e fora do país.
Os candidatos pegajosos, em busca de volumosas contribuições, são chamados, nos bastidores, pela elite do PIB de “moscas da política”.
A agressividade do approach neste ano tem chamado a atenção de empresários. A turma cobra grana sempre “para ontem”, alegando que a reserva acabou e que é preciso “vencer a eleição para seguir ajudando”.
E ninguém mais fala em menos de sete dígitos, ou seja, querem pelo menos R$ 1 milhão no bolso.
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E olha que tem fundo eleitoral, fundo partidário e elas, as emendas.
