Se Lula perder, no primeiro ou no segundo turno, já há um nome a ser crucificado.

O presidente não esconde, nos bastidores, a decepção com Gabriel Galípolo, que chegou ao comando do Banco Central, por indicação do petista, em 2025.

A avaliação do candidato à reeleição é de que, sob a direção de Galípolo, a autoridade monetária poderia ter iniciado a trajetória de queda dos juros ainda no ano passado e não em março deste ano , o que ajudaria a conter o endividamento das famílias.

O endividamento é justamente o que a campanha petista entende como um dos grandes obstáculos à reeleição, por impedir que parte do eleitorado enxergue aquilo que o governo considera ganhos econômicos dos últimos anos.

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Além de Galípolo, como esta coluna já noticiou meses atrás, Fernando Haddad está fulo da vida com o presidente do Banco Central, seu antigo pupilo.

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