Se Flávio Bolsonaro vencer a eleição presidencial, o PL não vai abrir mão de tentar fazer a Presidência do Senado.
Nesse cenário, não haveria espaço para negociar com Davi Alcolumbre (União), candidato à reeleição, ou mesmo com Tereza Cristina, do PP.
Ninguém do PL vai dizer isso tão abertamente neste momento da reta final da campanha. Mas, enquanto pensam nos votos nas urnas no próximo domingo, o entorno de Flávio já vislumbra, sim, um Senado comandado pelo partido.
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Hoje, o nome seria o de Rogério Marinho, coordenador da campanha do filho do ex-presidente.
