Cresce em Brasília uma articulação para “deixar tudo” para depois das eleições.

Esse “deixar tudo” incluiria a decisão sobre investigar ou não ministros do STF, sobre investigar ou não Paulo Gonet e também sobre a ação das emendas, que está nas mãos de Flávio Dino.

Quem defende esse combo argumenta que qualquer movimento agora será interpretado como eleitoral.

Sobre os ministros do Supremo especificamente, diz-se, sem pudor algum, que, no centro do poder, as crises se acumulam, se sobrepõem e perdem força.

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“Até um dia desses, estavam falando que o Dias Toffoli iria deixar o Supremo, lembra? Ninguém mais fala disso. Parece que faz muito tempo”, provocou uma liderança política.

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