Quem vencer a disputa pelo Governo do Distrito Federal encontrará, em 2027, uma máquina pública com cerca de R$ 80,1 bilhões em recursos previstos. A cifra resulta da soma dos R$ 49,797 bilhões estimados no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que reúne os orçamentos Fiscal, da Seguridade Social e de Investimento das estatais não dependentes, com aproximadamente R$ 30,3 bilhões projetados para o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

O número dá a dimensão financeira do governo que começará em janeiro, mas não representa um caixa de livre movimentação. Dos R$ 48,021 bilhões previstos para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, R$ 35,207 bilhões vêm do Tesouro e R$ 12,814 bilhões de outras fontes; outros R$ 1,776 bilhão estão reservados ao investimento das estatais não dependentes.

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Já os R$ 30,3 bilhões do Fundo Constitucional têm destinação vinculada à segurança pública e à assistência financeira para saúde e educação. O desenho ainda não é definitivo: o PL nº 2.487/2026, que tramita na Câmara Legislativa, pode receber emendas e deverá ser votado para sanção até o encerramento do período legislativo, em 15 de dezembro.

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