Candidatos aos governos estaduais estão no modo “deixa a crise correr em Brasília”, enquanto cuidam das próprias campanhas nos estados. É cada um por si e salve-se quem puder.

Por enquanto, a avaliação majoritária é de que as disputas regionais estão descoladas da crise no STF. Mas ninguém sabe até quando, justamente por ser tudo muito novo e imprevisível.

Os palanques nacionais, por sua vez, estão explosivos, e quem estiver muito perto deles pode acabar sendo arrastado para a situação sem precedentes.

Como a disputa virou uma espécie de “briga de rua”, pode sobrar para qualquer um.

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O clima é de apreensão ainda maior do que o natural em um ano eleitoral. A turma segue tocando as agendas de campanha, mas com um olho no centro do poder.

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