Desde que foi preso, Daniel Vorcaro enrolou nas tentativas de fechar acordos de delação, repassando aos investigadores informações já conhecidas ou sem impacto relevante.

O banqueiro apostou que poderia contar com o tempo a seu favor. Não deu certo.

Agora, a um mês das eleições, Vorcaro se vitimiza e se coloca como um player político.

Quer ser solto, evidentemente, agora ou um pouco mais adiante. Para isso, age deliberadamente. E cada movimento seu, daqui para frente, tem potencial para desestruturar candidatos e grupos políticos e tumultuar o processo eleitoral.

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Acertou quem não deixou de apostar que o caso Master seria o principal ponto da eleição.

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