A farra das emendas anda tão escancarada que um deputado do Centrão, ex-ministro, ganhou no estado o apelido de Fulano 30 o nome dele seguido do número 30, em referência aos 30% que, segundo prefeitos e integrantes de órgãos públicos, ele cobraria de retorno sobre os recursos que consegue levar para a região.

O apelido já pegou. Prefeitos e a turma dos órgãos públicos passaram a chamá-lo assim: Fulano 30.

Não é exatamente uma novidade.

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Anos atrás, um senador do Nordeste também ganhou um codinome semelhante por cobrar um percentual sobre o dinheiro público que conseguia levar de Brasília dinheiro que, no fim das contas, sai do nosso bolso.

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