Em um repeteco da disputa presidencial de 2022, um tema voltou à pauta das campanhas dos principais candidatos ao Palácio do Planalto: a vacinação. O assunto foi revivido nesta quarta-feira, 19, por Ronaldo Caiado (PSD) em evento para repercutir suas propostas para a área da saúde. Na ocasião, o ex-governador se colocou como defensor da imunização.

A preocupação com a baixa cobertura vacinal encontra eco nos planos de governo da maioria dos líderes nas pesquisas de intenção de voto à Presidência.

Dos cinco candidatos mais bem posicionados, apenas Renan Santos (Missão), não defende explicitamente o estímulo à imunização em seu programa. As únicas menções ao tema tratam do diagnóstico atual do SUS e da defesa da modernização do sistema de saúde.

Líder nas pesquisas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirma que manterá todos os esforços para continuar ampliando o acesso e a adesão da população à vacinação em todo o território nacional, com campanhas nacionais e ações em locais de fácil acesso e grande visibilidade.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), por sua vez, defendeu que seu governo atuará para manter a imunização e o incentivo à produção nacional de vacinas. Porque prevenir é sempre mais barato e mais humano do que tratar tarde, diz o plano de governo candidato do PL, segundo colocado nas intenções de voto.

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Já Romeu Zema (Novo) tem como uma das promessas de sua campanha para a área da saúde a ampliação dos programas nacionais de vacinação. O ex-governador de Minas Gerais quer garantir que as políticas de imunização alcancem todo o território nacional.

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