Na convenção nacional do PSB, no fim de julho, Lula e dirigentes socialistas celebraram a repetição da aliança com o ex-tucano Geraldo Alckmin para as eleições de 2026.
O clima, naturalmente, era de festa e unidade.
Mas todo mundo ali já sabia que PT e PSB seguirão caminhos diferentes a partir do ano que vem.
Sem possibilidade de um novo mandato, Lula deverá insistir em uma sucessão dentro do próprio PT.
O PSB, por sua vez, começará a construir um projeto próprio para a disputa de 2030, quando os socialistas terão um candidato à Presidência da República.
O próprio Alckmin? Simone Tebet? João Campos? Flávio Dino, hoje ministro do STF? Outro nome?
É claro que essa definição ainda não existe.
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A decisão de lançar um integrante do partido ao Planalto, porém, já está tomada 16 anos depois da morte de Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo.
