Integrantes da campanha de Romeu Zema (Novo), candidato ao Palácio do Planalto, reagiram com surpresa às recentes especulações sobre uma eventual composição entre o partido do ex-governador de Minas Gerais e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.

Nos últimos dias, ganharam força especulações sobre a economista Marina Helena, ex-candidata do Novo à Prefeitura de São Paulo em 2024, compor a chapa bolsonarista. Nos bastidores, porém, o movimento é visto como uma estratégia da campanha de Flávio para desgastar a candidatura de Zema.

A avaliação interna no Novo é de que as chances de Marina Helena integrar uma chapa encabeçada pelo senador são praticamente inexistentes. A própria economista reforçou que está focada na campanha para a Câmara. “É uma viagem extraterrestre”, resumiu uma interlocutora do partido. 

No entorno de Zema, a leitura é de que a ofensiva representa uma resposta às recentes declarações do ex-governador, que chegou a defender publicamente o nome de Michelle Bolsonaro (PL) como sua eventual candidata a vice-presidente.

Entre aliados de Flávio Bolsonaro, a percepção é diferente. Embora reconheçam que Marina Helena tem boa aceitação pelo eleitorado independente segmento em que o senador ainda busca ampliar sua competitividade , eles avaliam que uma aliança com o Novo poderia render menos dividendos políticos do que uma chapa formada exclusivamente por nomes do PL.

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Tereza Cristina
A campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda alimenta o sonho de ter Tereza Cristina (PP-MS) como candidata a vice-presidente em sua chapa. O PlatôBR mostrou com exclusividade que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), entrou nas articulações e passou a atuar, na reta final das convenções partidárias, para tentar consolidar o apoio do Centrão à candidatura do senador. 

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