Styvenson Valentim, negando rótulos de petista ou bolsonarista, é um dos raros senadores eleitos na onda da “nova política”, em 2018, que aparecem bem nas pesquisas para a reeleição neste ano.

“Aprendi a respirar este oxigênio aqui. Tive que aprender a caminhar aqui dentro. Apanhei, penei. Muita gente dizia que eu seria senador de um mandato só, que o voto em mim era ‘voto de protesto’. Mas aprendi a conviver com Brasília”, comentou com a coluna o senador, que lidera boa parte das pesquisas no Rio Grande do Norte.

Hoje filiado ao Podemos, Styvenson afirma que o fato de não ter histórico na política era policial militar lhe deu liberdade para exigir transparência na aplicação das emendas parlamentares destinadas por ele.

“Sobrevivi na política pela esperteza de criar uma metodologia para enviar emendas parlamentares. E só pude fazer isso porque, em 2018, fui eleito sem apoio, sem partidos, sem fundo eleitoral e sem tempo de televisão”, afirmou o senador, que criou um site com todos os detalhes, inclusive as notas fiscais, das emendas que têm o carimbo dele.

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Lideranças do estado chegaram a sondar Styvenson para que disputasse o governo. Ele recusou. Argumentou que não tem experiência “para administrar massa falida”.

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