Fazendo um compilado das pesquisas que têm em mãos, o entorno de Flávio Bolsonaro calcula que o candidato precisará conquistar cerca de 2 milhões de votos a mais para derrotar Lula em eventual segundo turno.

A escolha da vice, ainda indefinida, é vista como um fator que poderá ajudar a ampliar esse apoio.

Mas há uma outra torcida: a de que, quando a campanha começar, uma maior exposição de Lula leve parte dos eleitores independentes que hoje apoiam o presidente a mudar de lado.

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Aliados de Flávio apostam em “desgaste da imagem” do candidato à reeleição, que busca o quarto mandato, e preveem que “falas controversas” durante a campanha de Lula possam afastar parte do eleitorado de centro de que o PL precisará para virar o jogo.

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