Um dos personagens conhecidos pela Operação Caixa de Pandora, Fábio Simão desistiu de uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) que tentava anular provas do ainda considerado um dos maiores escândalos de corrupção deflagrados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
Chefe de gabinete quando José Roberto Arruda era governador do Distrito Federal, Simão foi afastado da cadeira, em 2010, acusado pelo delator Durval Barbosa de integrar o grupo responsável pelos pagamentos de propinas a deputados em troca de apoio político ao então chefe do Executivo brasiliense. O ex-assessor sempre negou a participação no esquema.
A investida de Simão ocorreu em abril, mas logo no início de maio ele abriu mão do processo. A relatoria havia caído para o ministro André Mendonça. A mudança de estratégia acontece perto julgamento que definirá se Arruda e outros políticos condenados poderão disputar as eleições de outubro. A sessão está marcada para ocorrer entre os dias 22 e 29 deste mês, no plenário virtual, com relatoria de Cármem Lúcia.
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Ex-governadores do Rio, Anthony Garotinho e Sérgio Cabral, além do ex-deputado Eduardo Cunha, também integram a lista de interessados no processo, que é de autoria da Rede Sustentabilidade.
