Lideranças partidárias falam mal de Hugo Motta pelas costas, mas admitem que ele é favorito à reeleição para a presidência da Câmara no ano que vem, caso passe pelas urnas em outubro.

O desgaste de Motta entre os pares é creditado a uma personalidade que tenta agradar a todos, traço que, depois de ter sido alçado ao comando da Câmara de forma unânime em fevereiro de 2025, acabou lhe custando confiança.

Pesa também a inevitável comparação com o antecessor, Arthur Lira. Motta puxa as crises para si, mas nem sempre consegue resolvê-las. “Falta sangue nos olhos”, resume uma liderança política.

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Ainda assim, Motta conta com a força do próprio cargo e, claro, com o controle das emendas no fim das contas, é o suficiente.

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