A campanha de Flávio Bolsonaro manterá uma distância segura dos irmãos do pré-candidato, como a coluna já registrou.
Carlos Bolsonaro é visto como “fora da casinha”, embora receba o crédito pela eleição de Jair Bolsonaro em 2018, especialmente pela mobilização das tias do zap e dos tios do churrasco.
Já Eduardo Bolsonaro é considerado “também problemático”, mas há a avaliação de que a “coragem” ao se autoexilar nos Estados Unidos, em busca de “reparações”, deve ser valorizada junto ao eleitorado mais radical.
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Como nem os irmãos se entendem direito, a orientação é buscar a unidade possível e explorar, de forma pragmática, o que cada um pode agregar à campanha.
