Davi Alcolumbre virou-se para a direita, de olho, entre outros interesses, na tentativa de se reeleger presidente do Senado no ano que vem.

Em 2027, o campo político hoje atrelado a Flávio Bolsonaro projeta maioria na Casa, e Rogério Marinho, atual líder da oposição, desponta como candidato natural ao comando.

Alcolumbre, porém, com a derrota de Jorge Messias e ao pautar o veto à dosimetria, quer se manter no páreo.

O impeachment de ministros do STF foi colocado na mesa, mas deve ser usado apenas na “hora certa”, provavelmente depois de outubro. Ainda assim, permanece como carta na manga e não está completamente descartado ao longo do caminho até as eleições.

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Alcolumbre sinaliza estar disposto a quase tudo. E a semana passada foi apenas o começo de um plano maior.

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