Se Jorge Messias tivesse ousado se posicionar de maneira mais contundente contra ações de ministros do STF, inclusive nos pontos que tangenciam o caso do Banco Master, a aprovação no Senado poderia ter sido garantida.

Seria, no entanto, um gesto ousado até demais, talvez excessivamente corajoso dentro do pragmatismo que rege o jogo político.

Por outro lado, a avaliação na ala mais distante de Alexandre de Moraes no STF é de que, se tivesse sido pelo menos mais claro, ainda que com sutileza, sobre de que lado se colocaria na atual conjuntura da corte, Messias também poderia ter viabilizado a aprovação. Nesse cenário, conquistaria votos da oposição que ainda comemora a derrota do indicado.

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Tudo em Brasília tem girando em torno dos desdobramentos do caso Master e, por consequência, do STF.

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