Por mais que ministros se esforcem para negar, o STF está rachado e vive uma crise interna, o que aumenta a expectativa em torno da chegada do 11º integrante da corte. A sabatina de Jorge Messias no Senado está marcada para o próximo dia 28.
Nos bastidores do Supremo, não é dado como algo óbvio que Messias se uniria ao grupo hoje liderado pelo decano Gilmar Mendes e que inclui Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Dias Toffoli.
Recorrendo à máxima de que “só se conhece um ministro quando ele veste a toga”, a avaliação é de que o posicionamento de Messias dependerá, em grande medida, dos compromissos que ele assumirá até, eventualmente, assumir a função.
Indicado por Lula, Messias tem em André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro, um apoiador importante (e até mesmo decisivo), lembram interlocutores.
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Quatro meses após ter o nome anunciado para o STF, Messias já acumula uma série de favores, em diferentes frentes. Como administrará isso, caso chegue ao Supremo, ainda é uma incógnita, muito provavelmente até para o próprio indicado.
