As primeiras informações da delação de Daniel Vorcaro devem atingir diretamente deputados, senadores e outros políticos supostamente envolvidos no esquema.

É nisso que estão concentrados Vorcaro e os advogados que vão diariamente à Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

A estratégia é clara: manter as investigações no Supremo Tribunal Federal, em razão do foro privilegiado dos envolvidos.

No que diz respeito a participação em festas ou voos em jatinhos ligados a Vorcaro, investigadores prometem cautela. A orientação é evitar vazamentos de imagens e cobrar do empresário provas concretas de ilícitos associados a esses eventos, especialmente quando houver indícios de vantagens indevidas como contrapartida.

Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e também preso, é visto como peça-chave para corroborar os relatos.

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A delação, sob supervisão da Polícia Federal e do Ministério Público, tende a ser construída em camadas, a exemplo do que ocorreu na Lava Jato e em outras investigações de combate à corrupção.

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