Nas pesquisas qualitativas realizadas pela Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), a grande maioria dos eleitores tem sinalizado que está insatisfeita com o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entretanto, eles não sabem explicar o motivo para rejeitar a gestão do petista, segundo os levantamentos realizados a mando do ministro Sidônio Palmeira para entender como pensam os brasileiros.

Esse resultado tem surpreendido os auxiliares do presidente, que conviveram com resultados positivos de popularidade nos dois primeiros mandatos do petista. Agora buscam respostas e medidas para estancar a sangria. 

As últimas pesquisas de intenção de votos e que avaliam o governo têm mostrado uma queda na popularidade de Lula, o que o tem irritado profundamente. Nem o início da validade da isenção de IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5 mil, desde janeiro, foi capaz de dar fôlego à avaliação positiva da gestão do petista. 

Segundo pessoas próximas ao presidente ouvidas pelo PlatôBR, os reajustes de programais sociais, habitacionais ou mesmo a criação de novos benefícios para a baixa renda e a classe média não tiveram o impacto esperado na popularidade de Lula.

Redes sociais
Outro problema para o governo tem sido ganhar “terreno” nas redes sociais. A chegada de Mariah Queiroz para ocupar a Secretaria de Estratégias de Redes da Secom também não deu a tração esperada no mundo virtual. Ela chegou ao cargo após ter seu trabalho bem avaliado na gestão do então prefeito de Recife, João Campos. 

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Diante da falta de clareza sobre como melhorar a popularidade de Lula e a avaliação do governo já há no Planalto um grupo que defende que Sidônio deixe a Secom para se dedicar exclusivamente à estratégia de campanha à reeleição do petista. Não está claro como essa medida poderia conter a insatisfação dos brasileiros.

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