Na cúpula do PSD, a avaliação é de que a pré-candidatura de Ronaldo Caiado só teria chance de furar a bolha da polarização em caso de “algum desastre” nas candidaturas de Lula ou Flávio Bolsonaro.
Ainda assim, a decisão de manter um nome da legenda comandada por Gilberto Kassab mira influência direta em eventual segundo turno.
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“Caiado tem potencial de chegar perto dos 10%. É isso que vai decidir o segundo turno”, disse à coluna uma liderança do partido.
