Há uma articulação discreta para alterar o rito de impeachment de ministros do STF a partir do ano que vem. A ideia que circula nos bastidores da Câmara é fazer com que o processo tenha início na própria Câmara como já ocorre nos pedidos contra presidente da República antes de seguir para o Senado.
Os defensores da mudança argumentam que o novo desenho ajudaria a reduzir a tensão institucional com o Supremo, conferindo maior legitimidade a um eventual processo de impeachment algo ainda inédito desde a Constituição de 1988.
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A proposta, porém, enfrentaria resistências no Senado, que detém hoje a competência exclusiva para analisar pedidos de afastamento de ministros do STF. O tema está no centro de campanhas ao Senado nas eleições deste ano.
