Após o ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmar nesta quarta-feira, 18, que o governo concordou em retirar do projeto de lei de resolução bancária o uso de recursos públicos para socorrer instituições financeiras em crise, o Banco Central entrou em campo para articular uma alternativa com o relator, deputado Marcelo Queiroz (PP-RJ). 

A ideia dos técnicos da autoridade monetária é de que a lei preveja que a União ofereça garantias para empréstimos que o próprio setor bancário oferecerá para salvar instituições financeiras em crise. Com isso, não haveria o desembolso de dinheiro público em um primeiro momento. 

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Técnicos do BC têm chamado essa articulação de “solução Credit Suisse”. É uma alusão à operação montada em 2023 pelo governo da Suíça, que ofereceu 200 bilhões de francos suíços em garantias de empréstimos para que o concorrente UBS comprasse o Credit Suisse e evitasse uma nova crise financeira global.

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