Flávio Bolsonaro vem apostando em uma versão “turbinada” da eleição de 2018 para derrotar Eduardo Paes no Rio de Janeiro: um candidato pouco conhecido e apoiado pela família Bolsonaro, com foi Wilson Witzel há oito anos, mas com a máquina do governo do estado na mão.

Nesse sentido, o senador defende que o deputado licenciado e secretário estadual de Cidades, Douglas Ruas, do PL, seja o governador-tampão quando Cláudio Castro se desincompatibilizar, em abril. Ruas, nesse cenário, concorreria contra Paes em outubro já ocupando a cadeira do Executivo fluminense, o que aumentaria sua popularidade e capital político.

O senador avalia que Douglas Ruas, ainda desconhecido se comparado a Eduardo Paes, só teria mais projeção, a ponto de vencer o prefeito, caso assuma desde já a cadeira de governador.

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Flávio, contudo, esbarra na vontade pessoal de Castro, que quer lançar o secretário de Casa Civil do seu governo, Nicola Miccione, como governador-tampão. Miccione não seria candidato à reeleição e apoiaria o nome de Ruas, mas teria a caneta na mão. O governador considera que o chefe da Casa Civil irá concluir seu legado e “fechar um ciclo”.

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