A cogitação de Flávio Bolsonaro sobre nomear o irmão Eduardo para o Itamaraty caso seja eleito presidente, externada por ele em uma entrevista ao influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo, fez a alegria de líderes do Centrão que torcem o nariz para sua candidatura ao Palácio do Planalto.
Circulou entre políticos do grupo a avaliação de que, com tanto tempo até a eleição e uma candidatura ainda por consolidar, o senador e a própria língua demonstraram grande potencial para se tornarem obstáculos a mais às pretensões eleitorais dele.
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“Se continuar falando em ideias como essa, os meses até a eleição vão ser uma eternidade para o Flávio. Vai faltar pé para ele dar tiro”, ironizou um nome graduado do Centrão, firme entusiasta da candidatura de Tarcísio de Freitas e cético sobre a capacidade de Flávio Bolsonaro atrair o eleitor de centro.
